Prêmio Excelência e Qualidade

A ASSOC BRAS DE LIDERANÇA – PRÊMIO EXCELÊNCIA E QUALIDADE BRASIL, condecorou e homenageou a Fgpasari consultoria financeira na Solenidade de gala realizada no clube Sírio Libanês em São Paulo. Fomos representados pelo Sr. Fábio Gaspari Proprietário).

Na solenidade a Fgaspari recebeu o reconhecimento público como empresa que contribui para o engrandecimento da sociedade.

A Fgaspari vem auxiliando seus clientes a realizarem investimentos inteligentes e criativos nos segmentos imobiliário, automotivo, naútico e aéreo.

O que é uma cota contemplada?

O consórcio é uma modalidade de compra que reúne em grupos, pessoas físicas ou jurídicas, que juntas, buscam comprar um imóvel de forma mais econômica e facilitada. Cada participante adquire uma ou mais cotas de consórcios, conforme o valor e prazo de pagamento do bem.

Ter uma cota de consórcio significa garantir a sua participação em um grupo. Por se tratar de uma modalidade de compra com parcelamento integral, essa cota corresponde à fração ou parte de um inteiro que cada participante tem de direito dentro do sistema, representado ainda, por um número de identificação.

Para que a cota de consórcio imobiliário seja contemplada é preciso estar em dia com os pagamentos e acompanhar os sorteios que são transmitidos ao vivo durante as assembleias mensais. Para acompanhar os resultados, é possível assistir online após cada evento realizado.

Em época de juros altos, consórcio vira opção para quem quer investir

O momento da situação econômica no Brasil ainda não é fácil para quem pretende comprar um carro ou uma casa. Os juros estão altos e conseguir crédito está mais complicado. Por causa disso, os consórcios têm sido uma opção para quem não tem pressa.

Recentemente a Caixa Econômica Federal aumentou os juros para financiamentos de imóveis. Muitos bancos seguiram esse reajuste, tanto para carros como para imóveis, já que a Caixa é o principal financiador de imóveis no país.

A elevação também assustou o vendedor Adriano Desidério Marques. Em vez de entrar num financiamento, ele fez um consórcio. “Hoje para você financiar um imóvel ou um carro, num banco aí, eu tentei e a diferença é muito grande hoje você vai pagar dois, quase três imóveis pegando emprestado”, diz o vendedor.

Se as taxas de juros têm assustado os compradores, as administradoras de consórcios têm aproveitado o momento. O crescimento de participantes foi comprovado pela Abac, que é a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios.

Os consórcios de veículos leves é um exemplo dessa procura. De acordo com a Abac, o número de participantes de consórcio do setor de veículos leves cresceu 8,7% nos últimos 17 meses, de janeiro de 2015 a maio de 2016. E não importa o valor do veículo.

Alisson Chagas é gerente de vendas de uma concessionária de carros de luxo em São José do Rio Preto (SP) e que tem consórcio próprio. Ele diz que o consórcio tem sido uma ferramenta importante para manter as vendas em um bom número. “Os clientes hoje têm procurado o consórcio, o cliente tem se programado e também para compra imediata, o consórcio tem sido uma ideia muito legal, e vendido bastante porque é um investimento que o cliente faz sem se desfazer de um valor alto”, afirma. O gerente diz que a média de venda de carros por mês é de 20 durante a crise, sendo que antes era de 34, em média.
O consórcio tem muitas vantagens, mas é preciso ficar atento. O consultor financeiro Rafael Elídio dos Santos recomenda que as pessoas procurem empresas reconhecidas e sempre verifiquem se o consórcio tem registro no Banco Central.

Nos consórcios, o contemplado continua pagando as prestações até o final do contrato. A não ser que ele resolva abater todo o débito de uma vez. Para quem não tem pressa, essa também é uma maneira de poupar dinheiro. “O consórcio é uma forma de fazer uma poupança. Para pessoas que são indisciplinadas em poupar, quando você faz um consórcio como não tem a incidência de juros, você vai estar fazendo na verdade uma poupança. Todo mês vai ter uma assembleia, nessa assembleia são feitos sorteios e se você for contemplado você retira a carta de crédito total”, afirma.

Em uma empresa de Rio Preto, a procura por consórcio aumentou 45%. Além de imóveis, muita gente também contrata esse serviço para comprar ou trocar de carro. “O cliente hoje, pelo consórcio, ele consegue tirar um veículo, ou adquirir ou trocar com quase a metade da parcela de um financiamento”, afirma o gerente comercial Daniel Soares.

Consórcio é alternativa segura para a aquisição de bens em cenário de retração econômica

Opção segura e vantajosa para aquisições que demandem grandes e pequenos investimentos, o consórcio tem chamado cada vez mais a atenção do brasileiro. Além de não exigir o pagamento de entrada e juros, o consórcio funciona como uma poupança planejada, na qual todos os meses o consorciado pode reservar uma quantia programada para comprar o bem escolhido.

Ao escolher onde adquirir um consórcio, é importante verificar se a administradora é autorizada pelo Banco Central do Brasil (BACEN), o que atesta se a instituição está apta a operar.

É preciso ainda verificar se o valor a investir não vai ultrapassar 30% de toda a renda bruta mensal e planejar as despesas para os próximos meses e anos, para que o consórcio não complique o orçamento da família.

Quem opta por um consórcio para a compra de um imóvel ou automóvel conta ainda com a isenção do pagamento de juros. O cliente paga somente uma taxa de administração mensal que tem apenas uma correção anual por meio do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). “O plano de consórcio ideal é aquele que cabe no bolso da família, seja para qual objetivo for.

Além disso, é importante que o cliente mantenha o pagamento das parcelas em dia para que tenha sempre boas chances de ser contemplado, seja por sorteio ou por meio dos lances”

Área útil e privativa: entenda a diferença na hora da compra

Na hora de comprar um apartamento, a falta de conhecimento de alguns termos pode atrapalhar o fechamento do negócio. Durante a escolha, o espaço que está sendo adquirido pode revelar tamanhos que até mesmo você pode se confundir, como nos casos das áreas úteis, privativas e totais.

De acordo com o Sinduscon, o lado financeiro é importante na hora do cálculo. Por isso, muitos priorizam as condições e as facilidades, mas se esquecem da metragem das áreas adquiridas. Confira na sequência o que representas algumas delas:

Área útil
É o espaço no qual o comprador vai viver. Refere-se à soma das áreas dos ambientes do apartamento, descontando os espaços ocupados pelas paredes e pilares.

Área Privativa
Corresponde à metragem dos cômodos que somente o morador vai usar. É toda a área exclusiva do comprador, incluindo garagem e depósito, por exemplo.

Área Total
É a soma da área privativa com a fração proporcional de cada espaço comum do edifício. Itens como hall, corredor, salão de festas e piscina também estão relacionados com a área total.

A cada anúncio, o cuidado ao analisar esses fatores torna-se imprescindível para não comprar um apartamento de maior valor com menos área que o previsto. Em casos de compra de imóveis na planta, o recomendável é que o cliente analise o memorial descritivo do bem antes mesmo de comprar.

Consórcio imobiliário é um bom plano financeiro

O consórcio de imóveis apresenta inúmeras facilidades voltadas para economizar, flexibilizar a sua compra e
principalmente para realizar o seu sonho. Isso mesmo! O consórcio é capaz de realizar um desejo que antes
era considerado impossível, mas hoje, pode ser programado e alcançado com um bom plano financeiro.

Esse mecanismo de compra trabalha com o parcelamento integral dos bens, sem a incidência de juros ou
parcelas intermediárias. Em até 180 meses, é possível pagar parcelas bastante acessíveis, seja de uma casa
ou apartamento, novos ou usados, comerciais ou residenciais. Afinal, com a carta de crédito do consórcio
imobiliário você pode contar com esta flexibilidade.

Para Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios
(ABAC), mesmo que o consórcio seja um bom plano financeiro, não é indicado para quem tem pressa. É
interessante ainda, para quem pretende comprar o primeiro imóvel ou aumentar o patrimônio.

Autorizado e fiscalizado pelo Banco Central, o consórcio de imóveis proporciona a tranquilidade e a
segurança que você mais necessita para a compra do seu bem.

4 oportunidades para você fazer um consórcio

Você já deve ter ouvido falar que o Sistema de Consórcios é a modalidade de compra de bens e contratação de serviços que vem permitindo a realização dos sonhos dos brasileiros mesmo em tempos de crise. Sem juros, com parcelamento integral e uma infinidade de planos, o consórcio é ideal para quem não tem pressa e pode aguardar a contemplação por sorteio ou lance. No post de hoje, você irá conferir 4 oportunidades em que o consórcio pode ser uma excelente opção.

1 – Você pretende se casar
Se você tem planos de ser casar, o consórcio pode te ajudar a fazer uma bela festa de casamento. O ideal é que você entre para um grupo que se encerre antes da data desejada para o evento. Por exemplo: se você deseja se casar em três anos, você pode entrar em um grupo de consórcio com duração de 24 meses. Assim, ao ser contemplado em qualquer mês, você terá tempo para preparar a comemoração e poderá negociar descontos, já que o pagamento será feito à vista. Você pode até mesmo comprar mais de uma cota e contar com o apoio da família para o pagamento, por que não?

2 – Você mora com os pais e quer formar patrimônio
Se você mora com os pais, não paga aluguel e não tem tantos compromissos financeiros, o consórcio pode ser uma excelente alternativa para adquirir o primeiro imóvel. Entre para um grupo de consórcios com crédito e prazo compatíveis com seus objetivos e aguarde a contemplação. Enquanto isso, você ainda pode fazer uma poupança e, com essa quantia, ofertar lances e tentar antecipar a contemplação.  Essa é uma excelente alternativa também para quem planeja se casar. A dois é muito mais simples pagar as parcelas e juntar uma boa quantia para o lance.

3 – Você deseja manter o veículo atualizado
Você acabou de adquirir um veículo, mas é daqueles que gosta de mantê-lo sempre atualizado e evitar maiores gastos com manutenção com o passar dos anos. Aproveite e planeje a troca por meio do consórcio. Entrando em um consórcio de 60 meses, por exemplo, você irá usufruir do seu veículo atual sem pressa e, quando for contemplado, poderá aproveitar as melhores oportunidades ao pagar à vista.

4 – Você pretende reformar a casa
Seja uma pequena melhoria ou uma grande intervenção, fazer reformas exige não apenas disposição, como muito planejamento. Para isso, o consórcio pode ser uma boa alternativa, visto que você pode se programar para iniciar as obras e pagar a todos os fornecedores à vista, ao ser contemplado. Você ainda pode fazer um consórcio de eletroeletrônicos e outros bens móveis e renovar toda a mobília, os eletrônicos e/ou os eletrodomésticos do novo lar.

Consórcios aquecem mercado de motocicletas

O segmento de motocicletas vem sofrendo grandes quedas nas vendas do mercado interno em função da crise econômica. Apenas em junho deste ano, as vendas do varejo (emplacamentos) caíram 27,5% em relação a junho do ano passado, segundo a Abraciclo. Em meio às dificuldades, uma modalidade em especial vem aquecendo e sustentando esse setor ao responder potencialmente por 7,4 de cada 10 motos vendidas no Brasil: o consórcio

Apesar da retração em seus indicadores, como vem ocorrendo com diversos setores da economia, o consórcio de motocicletas vem alcançando resultados positivos em relação ao mercado. No primeiro semestre deste ano, foram contemplados 347.625 consorciados(o que corresponde a R$ 4,25 bilhões disponibilizados para a compra dos veículos), enquanto o total de motos emplacadas no País foi de 469.581 unidades.

Esses resultados revelam que a participação potencial dos consórcios de janeiro a junho foi de 74%, 12 pontos percentuais a mais do que no mesmo período de 2015, quando foram contemplados 397.000 consorciados e emplacadas 641.707 mil motos. Ou seja, apesar da queda de 12,4% nas contemplações em relação ao ano passado, o desempenho dosconsórcios ao disponibilizar R$ 3,7 bilhões foi fundamental para movimentar as vendas domercado interno, que caíram 26,8% no período. Além disso, as vendas de novas cotas em junho superaram as de maio, o que aponta para uma recuperação e dá boas perspectivas.

Participação estadual 

De acordo com dados da assessoria econômica da ABAC, de janeiro a março deste ano, o maior número de participantes ativos do consórcio de motocicletas se concentrou no Pará (285.808), seguido de São Paulo (256.846) e da Bahia (225.544), estados em que as adesões foram maiores. Já os estados em que a venda de cotas de motocicletas foi menor são Distrito Federal, Amapá e Roraima.

O consórcio de motocicletas é o segundo maior do Sistema em participantes ativos: são 2,65 milhões de consorciados apenas neste segmento (junho/2016). No primeiro semestre, foram comercializadas 446.650 mil cotas, com valor médio de R$ 7,8 mil, o que corresponde a um total comercializado de R$ 3,5 bilhões.

Apesar de também sentir os efeitos da crise, o consórcio de motocicletas segue levando segurança e esperança a este mercado fortemente afetado pela crise. Graças ao consórcio, são disponibilizados mais de R$ 500 milhões ao mercado a cada mês para que consumidores de todo o país possam adquirir sua moto para trabalhar ou passear. É o consórcio aquecendo a economia do país.

Quanto vale um imóvel em SP?

O preço médio dos imóveis à venda na cidade de São Paulo subiu 0,77% no últimos 12 meses encerrados em abril, segundo o Índice FipeZap. Mesmo com o aumento, a variação foi inferior à inflação esperada para o período, com 9,28%, segundo estimativas do IBGE para o IPCA, resultando na queda de 7,78% entre abril de 2015 a abril de 2016.

Em São Paulo, o valor médio do metro quadrado é de 8.623, atrás somente o Rio de Janeiro, que já registra 10.340 reais. Para comprar um imóvel de 50 metros quadrados, por exemplo, no Jardim Paulistano, é preciso desembolsar algo em torno de 789.300 reais.

Mesmo diante de preços mais elevados, o consórcio pode se tornar uma modalidade de compra atraente e acessível para quem deseja comprar uma casa ou apartamento, independente da localização. Esse mecanismo é indicado para quem não tem pressa e busca na compra programada, uma forma de comprar bens com mais facilidade, sem sobrecarregar o orçamento.

O consórcio de imóveis ainda permite usar o FGTS como uma garantia, seja para amortizar, liquidar saldo devedor ou pagar parte das prestações. Vale lembrar que esse tipo de recurso é usado exclusivamente para imóveis residenciais, novos ou usados.

Preços em queda e oportunidades de negócios

O preço é um dos fatores indispensáveis e mais analisados na hora de fechar negócio. De acordo com pesquisas divulgadas recentemente pelo FipeZap, os preços dos imóveis apresentaram queda real (considerando a inflação) de 4,5% neste ano. Os dados levam em consideração o período de janeiro a julho, quando resultou em uma alta de 0,09% – abaixo da inflação esperada para o período, de 4,84%.

Em doze meses terminados em julho, a queda dos preços foi de 8%. O maior recuo foi identificado no Rio de Janeiro, com 1,82%, mesmo sendo o metro quadrado mais caro entre os locais pesquisados, com o valor de R$ 10.241. A média entre os locais pesquisados é de R$ 7.637 mil. A queda seguiu ainda para as cidades de Niterói (RJ) com recuo de 1,81% e em Recife, com diminuição de 1,37%.

Diante das oportunidades, programar a compra de um imóvel pode ser uma iniciativa atraente para quem deseja investir. Sem juros e com planos de médio ou longo prazo, o consórcio imobiliário pode chegar a 180 meses, resultando em parcelas mais acessíveis comparadas às outras modalidades de compra.

Por que fazer consórcio pode ser melhor que financiamento?

A melhor forma de adquirir um bem é pagá-lo à vista. Mas essa atitude ainda não é a realidade de muitos brasileiros. Portanto, para quem ainda não consegue manter a disciplina e não tem o valor total para o pagamento de um bem, o consórcio pode ser melhor que um financiamento imobiliário. Sem juros, a modalidade não necessita do valor de entrada no ato da adesão e a primeira parcela pode ser facilitada.

Ao entrar para um consórcio, o participante passa a fazer parte de um grupo, que juntos, contribuem mensalmente com os valores correspondentes ao mesmo objetivo, o de adquirir um bem. Por isso, buscam manter as parcelas em dia para serem contemplados, tanto por sorteio ou com a oferta de lance; facilidade destinada àquele que conta com um determinado valor e deseja investi-lo na antecipação da carta de crédito.

No consórcio é permitido parcelar de forma integral o bem escolhido, sem sobrecarregar o orçamento mensal. Além disso, a flexibilidade do mecanismo ainda permite escolher entre um imóvel novo ou usado, comercial ou residencial, em qualquer lugar do Brasil.

Dicas para casais que pretendem comprar casa própria

As incertezas do mercado e as compras a prazo com alta incidência de juros têm dificultado o processo de aquisição do consumidor. Entretanto, o sistema de consórcio imobiliário tem se tornado um agente facilitador para chegar à casa própria. De acordo com a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), esse segmento registrou 805 mil participantes ativos em maio, 3,2% a mais que no ano de 2015. Para quem busca disciplina e planejamento, antes e depois do casamento, o consórcio pode ser uma alternativa, mas confira algumas dicas:

Coloque as despesas no papel: antes de fechar um negócio, não comprometa mais de 30% da renda de ambos. Colocar as despesas no papel é uma forma de organizar melhor as finanças.

Planos sem juros: no consórcio você não precisa se preocupar com os juros, umas vez que esse mecanismo de compra não conta com parcelas intermediárias e a taxa de administração é diluída durante todo o plano de consórcio, sem sobrecarregar as finanças. Em até 180 meses é possível optar por planos de pagamento de médio ou longo prazo e pagar parcelas bem pequenas.

Utilização do FGTS: O saldo da conta vinculada do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FGTS pode ser utilizado para as operações de amortização, liquidação de saldo devedor e abatimento de parte das prestações formadas pelo consórcio imobiliário.

O consórcio de imóveis é uma forma atraente de conquistar o seu bem, sem se descapitalizar.

Compra programada de apartamento em lançamento

Já pensou em fazer um “test drive” de apartamento antes de decidir comprar o seu? O test to live foi promovido por algumas construtoras de Santa Catarina com o intuito de promover uma experiência diferenciada ao futuro morador. É como um test drive da indústria automobilística, indicado para quem já visitou o empreendimento, mas que reside fora da cidade, com a possibilidade de agendar uma data e passar esse período no imóvel.

Para quem está em busca de um imóvel, seja em construção ou recém-lançado, oconsórcio permite programar com tranquilidade, a compra de uma casa ou apartamento em qualquer local do Brasil. É como fazer uma poupança programada, em vez de resgatar o valor após um determinado período, você compra com a carta de crédito, o bem desejado, da mesma forma que um pagamento à vista e ainda pode conseguir excelentes descontos.

Planos de até 180 meses
No Consórcio de Imóveis os planos de pagamento são maiores, proporcionando parcelas mensais mais acessíveis. Por isso, esse mecanismo de compra tem se torna um dos mais requisitados para programar uma compra com disciplina e planejamento. De acordo com a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), os participantes ativos consolidados chegou a 805 mil em maio deste ano, resultando em um crescimento de 3,2% em comparação com 2015.

Imóveis novos e lançamentos crescem no Brasil

A confiança do consumidor tem aumentado nos últimos meses em função dos sinais de recuperação da economia. De acordo com um levantamento realizado pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), entre os meses de janeiro e maio, o número de novas unidades em construção no Brasil chegou a 5,7 mil, resultando em uma alta de 24,7% na comparação com igual período de 2015.

Para algumas construtoras, dados revelam um aumento de 72% no número de lançamentos. Para o diretor da Abrainc, Luís Fernando Moura, nota-se uma mudança de humor, com maior confiança da população e dos empresários na economia, fundamental para que o mercado imobiliário possa retomar o crescimento.

Casa Própria
Há inúmeros mecanismos de compras para a conquista da casa própria. Entretanto, muitas regras e restrições têm dificultado esse processo, principalmente no que se refere à concessão de crédito. No consórcio, a adesão é facilitada e as parcelas são sem juros. Sem a necessidade de comprovar renda no ato da adesão, o consórcio é um sistema de parcelamento integral e que permite realizar compras à vista.

Investimento Imobiliário, Um Bom Negócio para o Futuro

A compra de um imóvel é o 2º investimento mais preferido pelo brasileiro, perdendo somente para a poupança, de acordo com as pesquisas divulgadas em março deste ano pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

A decisão de optar pela aquisição da casa própria envolve fatores decisivos e podem perdurar por uma vida toda. Por isso, planejamento e disciplina são etapas fundamentais para realizar excelentes compras. No consórcio, você pode encontrar todas essas vantagens e programar uma compra com mais tranquilidade e segurança.

Considerado um mecanismo de compra facilitador, o consórcio tem planos maiores e sem juros. Para médio ou longo prazo, é possível planejar a sua compra em até 180 meses e formar uma poupança para realizar o seu sonho. Com os pagamentos mensais, um fundo comum se forma, juntamente com os demais pagamentos dos outros consorciados. Por isso, esse tipo de poupança forçada ajuda, uma vez que é preciso estar em dia com as parcelas para poder ser contemplado durante os sorteios.

Consórcio é uma boa opção para quem busca investimentos

O consórcio é uma boa opção para quem sabe planejar, tem disciplina e busca investir em bens, seja para aumentar o patrimônio ou para a realização de um sonho. Nesta modalidade de compra, o parcelamento é integral e você pode comprar um imóvel sem juros, com ou sem lance.

Ao funcionar como um autofinanciamento, o interessado em poupar paga um valor mensal correspondente ao bem. Acontece, que esta modalidade de compra é bastante utilizada devido à facilidade e economia que proporciona aos clientes. Com planos de até 180 meses e parcelas bem pequenas, o consorciado consegue se programar e comprar o imóvel tão desejado sem sobrecarregar as finanças.

A flexibilidade do consórcio imobiliário é um dos grandes diferenciais, uma vez que a carta de crédito ajuda a comprar o primeiro imóvel, investir em um apartamento na praia, construir a casa dos sonhos ou ainda, quitar um financiamento imobiliário que esteja em nome do consorciado para pagar parcelas menores pelo consórcio.

Crédito de consórcio para imóveis

Há alternativas para todas as necessidades e orçamentos. Entretanto, diante da instabilidade econômica, juros altos e crédito cada vez mais restrito, o consórcio tem se tornado um dos grandes destaques entre as modalidades de compra parcelada.

Vale lembrar que não são todas as instituições e administradoras que atuam da mesma forma ou apresentam as mesmas facilidades. Por isso, antes de aderir à uma modalidade de compra, avaliar os planos e normas são fundamentais, além de que é preciso levar em consideração, que somente as administradoras autorizadas e fiscalizadas pelo Banco Central do Brasil podem lhe trazer a segurança e a tranquilidade que você precisa.

O consórcio é interessante para quem busca disciplina e pretende formar uma poupança para a compra de um bem. Por isso, em grupos e diante de um mesmo objetivo, os participantes contribuem mensalmente com quantias já estipuladas no início da adesão, formando um fundo comum. Assim, como todos querem concorrer aos sorteios das cotas de consórcios, o consorciado precisa estar em dia com os pagamentos.

Consórcio e FGTS permitem comprar casa própria

O consórcio é uma modalidade de compra atraente e bastante flexível para quem está com dúvida na hora de comprar um imóvel. Em até 180 meses, é possível programar a sua compra sem juros e ainda usar o seu FGTS. Conheça algumas possibilidades:

Ofertar lance
O consorciado de um imóvel residencial pode utilizar até 100% do saldo do FGTS para ofertar um lance. Para isso, deverá consultar todos os procedimentos necessários com a administradora do consórcio.

Complementar carta de crédito
É possível sacar parte do FGTS para complementar a carta de crédito do seu consórcio, caso o imóvel seja superior ao valor contratado no início da adesão.

Pagar prestações
O valor debitado da conta vinculada ao FGTS para abater parte das prestações do seu plano pode ser de até 80% do valor total da parcela.

Amortizar ou liquidar saldo devedor
O consorciado pode utilizar os recursos de sua conta vinculada do FGTS para pagar parte do saldo devedor ou liquidar a dívida.

Como comprar um imóvel sem entrar em uma fria

Comprar um imóvel pode ser o sonho de uma vida, mas é preciso analisar todas as ofertas antes de fechar negócio. Não se deixar levar pela emoção ou pela pressão é uma dica importante, principalmente em momentos de crise econômica no País, de acordo com especialistas.

Um levantamento da Lello realizado em dois mil condomínios residenciais no Estado de São Paulo mostrou, por exemplo, que no último ano houve
alta de 12% no índice de inadimplência condominial,que passou de 4,84% de boletos em atraso por mais de dois meses para 5,43%. Isso com impactos da crise econômica.

Desta forma, no período de análise da documentação, da parte do interessado, além de verificar suas condições financeiras, ele deve ver se tudo o que foi prometido no momento da venda está escrito no contrato, caso contrário, essas promessas não terão validade.

Especialistas sugerem que antes da compra é necessário verificar se o imóvel tem a matrícula atualizada. Para assim, saber se a unidade não foi vendida a mais ninguém, pois é nessa matrícula que qualquer transação do bem será anotada.

No que se refere a forma de pagamento, “o ideal” neste
cenário de crise é comprar o imóvel à vista para ter bons descontos. “Além disso, você não fica sujeito aos juros altos dos bancos”, hoje 90% das compras desses bens são realizadas de forma parcelada, por ser um investimento alto e de longo prazo. Assim, os compradores procuram o crédito imobiliário bancário que, está cada vez mais restrito e com altas taxas de
juros diante da recessão econômica e do aumento do desemprego no País.

Dessa forma, o interessado deve procurar a melhor taxa de financiamento utilizando o crédito bancário ou até o consórcio de imóveis. E Também é possível utilizar o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), mas este recurso só está disponível para quem irá adquirir o primeiro imóvel em seu nome.

Consórcio imobiliário para compras à vista

Utilizar a carta de crédito do consórcio imobiliário é o mesmo que pagar à vista pela compra de uma casa, o que ainda pode lhe render ótimas negociações e excelentes descontos. Você ainda constrói ou reforma de uma maneira mais econômica e do seu jeito, por contar com planos maiores, parcelas sem juros e uma pequena taxa de administração, que é diluída durante todo o plano de consórcio, sem sobrecarregar as suas finanças.

Se a sua escolha é por um apartamento ou casa na planta, você pode utilizar a carta de crédito para adquiri-lo. Não importa também, se é novo ou usado. No consórcio imobiliário é você quem escolhe o plano e o valor da carta de crédito e ainda pode usar os recursos do FGTS para amortizar ou quitar o saldo devedor.

O consórcio imobiliário permite quitar um financiamento do mesmo segmento. Portanto, se você já tem uma casa financiada, pode usar a carta de crédito para quitar o saldo devedor e pagar parcelas bem menores pelo sistema de consórcios.

Consórcio imobiliário para complementar sua aposentadoria

Quando pensamos nas possíveis estratégias para garantir o nosso futuro, o aumento de patrimônio e a compra de imóveis para locação tem sido uma alternativa para melhorar ou ainda, complementar as nossas finanças. Mas, será que vale a pena investir em imóveis nesse momento pensando na aposentadoria?

Diante da instabilidade econômica e dos fatores previdenciários que estão sofrendo grande influência, os consumidores estão buscando opções diversificadas, como poupança, previdência e também, o consórcio imobiliário. Considerado uma alternativa de compra, tanto para o primeiro imóvel como para a ampliação de um patrimônio maior, o consórcio imobiliário é uma oportunidade econômica e atraente para médio ou longo prazo. Dessa forma, você consegue ter disciplina para poupar e planejar melhor as suas próximas aquisições.

O mais interessante nesse processo de compra é que o parcelamento é integral, as parcelas são sem juros e você ainda pode contar com a flexibilidade do uso do crédito. Dessa forma, é possível adquirir uma ou mais cotas de consórcio para imóveis e programar a compra de vários bens, uma vez que os planos de pagamento podem chegar a 180 meses e as parcelas são bastante acessíveis.

Consórcio de imóveis para programar o seu futuro

O consórcio imobiliário é uma modalidade de compra atraente para quem busca um futuro com mais planejamento e disciplina financeira. A opção tem sido uma das mais desejadas em virtude da ausência de juros e do parcelamentos integral do bem.

Além de todas as vantagens, o consórcio de imóveis ainda proporciona flexibilidade e economia para quem deseja comprar um terreno, construir uma casa ou investir em reformas. São tantas as possibilidades, que o Consórcio de Imóveis apresenta planos de até 180 meses para você escolher com tranquilidade, o bem que mais desejar.

Com vistas para o futuro e a compra programada para médio ou longo prazo, basta acompanhar os sorteios durante as assembleias mensais que ocorrem ao vivo pela internet. Para não depender somente da sorte, o consórcio permite ofertar um lance para que a antecipação da carta de crédito venha a ocorrer. Essa forma de contemplação ocorre quando um valor de abatimento de crédito é oferecido e deve ser realizado com pelo menos 24 horas antes da assembleia mensal.

Consórcio ou financiamento para comprar um apartamento?

Tanto os consórcios como os financiamentos são alternativas de compra para quem não dispõe de crédito à vista para adquirir um apartamento e necessitam de uma “ajudinha” para a realização deste sonho. Entretanto, ambas as modalidades são bem diferentes entre si, confira:

Financiamento
Nesta modalidade, a instituição financeira concede um valor determinado de crédito para o interessado em comprar um imóvel de sua preferência. O valor é parcelado, mas envolve taxa de juro e Impostos sobre Operações Financeiras (IOF). Vale lembrar que em muitos casos, esta alternativa requer um determinado valor de entrada e análise de crédito / renda detalhada. Às vezes, o interessado acaba pagando bem mais do que o previsto à instituição financeira.

Consórcio
O consórcio reúne em grupos, pessoas interessadas em comprar um imóvel novo ou usado, comercial ou residencial. Indicado para quem não tem disciplina, o consórcio é como uma poupança forçada, na qual cada consorciado adquire uma cota com o valor da carta de crédito desejada e em planos maiores, paga parcelas bem pequenas. Sem juros, conta somente com a taxa de administração, que é diluída durante todo o plano escolhido, não sobrecarregando as parcelas. Nesta modalidade, a contemplação ocorre somente por lance ou sorteio; o que lhe proporciona mais planejamento, segurança e tempo para escolher o bem que mais desejar.

Regras do consórcio proporcionam facilidades

Como comprar uma casa sem ter poupança? A resposta é simples: faça um consórcio programado de imóveis. Nesta modalidade de compra você passa a contar com planos maiores e sem juros, além de manter parcelas acessíveis ao seu orçamento. Portanto, para aproveitar todas as vantagens que a modalidade de consórcio proporciona é preciso usar as regras a seu favor, que são simples e fáceis para conquistar o seu tão sonhado bem.

Disciplina financeira
Antes de adquirir uma cota de consórcio, procure uma administradora autorizada a funcionar pelo Banco do Brasil. Para ser contemplado com a carta de crédito é preciso ter disciplina financeira e manter as parcelas em dia. Assim, a sua poupança estará garantida para quando chegar o momento da contemplação.

Cota contemplada somente por sorteio ou lance
É importante acompanhar periodicamente os sorteios, que são realizados durante as assembleias e transmitidos online. Por isso, não há como prever uma data específica para a retirada da sua carta de crédito, mas você também pode ofertar um lance para não depender exclusivamente da sorte e antecipar a sua contemplação.

Consórcio de imóveis com FGTS
Diante de todos os planos facilitados, o consórcio imobiliário ainda permite o uso do FGTS para amortizar, liquidar ou pagar parte das prestações do consórcio.

Consórcio programado para a sua estabilidade

O consórcio é capaz de realizar os seus planos de forma segura e planejada. Seja para conquistar um antigo sonho ou para ter mais estabilidade no futuro, nesta modalidade de compra é possível comprar um imóvel novo ou usado, comercial ou residencial em qualquer lugar do Brasil. Com esta flexibilidade é possível comprar um bem para ampliar o seu patrimônio ou adquirir um imóvel para alugar e lucrar com os retornos financeiros.

Nesta modalidade de compra, as parcelas programadas formam uma poupança forçada, ideal para quem não tem disciplina financeira. Desta forma, o valor total conquistado entre os grupos é destinado posteriormente para a compra do bem quando houver a contemplação.

Para levar a vida numa boa, adquirir uma cota de consórcio pode ser a sua alternativa a mais econômica em longo prazo.

Sem juros ou parcelas intermediárias, os planos podem chegar a 180 meses. Adquira hoje mesmo sua cota. Entre em contanto com a FGaspari através do nosso atendimento online ou telefone.

Consórcio é um investimento seguro e garantido

Comprar um imóvel requer atenção e planejamento para não errar durante a escolha. Qualquer negócio realizado com pressa, pode resultar em insatisfação e problemas futuros.

No consórcio, esta preocupação não existe, uma vez que as parcelas pagas mensalmente formam uma poupança, destinada posteriormente para a compra do bem.

Autorizado e fiscalizado pelo Banco Central do Brasil, o consórcio é uma forma de poupar em investir com segurança e tranquilidade, seja para aumentar o seu patrimônio ou adquirir o primeiro imóvel. Mesmo que em médio ou longo prazo, a sua contemplação estará garantida se as parcelas estiverem em dia. Assim, ao programar a sua compra em até 180 meses, você pode escolher o valor do crédito que mais interessar e adquirir uma ou mais cotas.

Para ajudar e facilitar ainda mais no processo de aquisição, no sistema de consórcios é permitido ofertar lances e antecipar a contemplação quando achar mais necessário ou assim que tiver um determinado valor disponível.

Basicamente, a contemplação ocorrida por lance ocorre quando um valor de abatimento de crédito é oferecido. Para isso, é importante entrar em contato com a administradora do seu consórcio em até 24 horas antes da assembleia.

Consórcio tem de devolver dinheiro a quem desistiu

O Superior Tribunal de Justiça estendeu a todos os contratos de uma empresa de consórcios os efeitos da decisão que determinou a devolução dos valores pagos por quem desistiu ou foi excluído do consórcio, com correção monetária. A ação foi movida pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). A Justiça de São Paulo entendeu que os valores eram devidos apenas para os contratos firmados até dezembro de 1993, enquanto estava vigente a Portaria 190/89 do Ministério da Fazenda.
Esta norma determinava que os participantes desistentes ou excluídos do consórcio receberiam de volta as quantias pagas, sem juros e sem correção monetária. Com a revogação da portaria, no final de 1993, passou-se a inserir nos contratos cláusula obrigando as empresas a devolver os valores com correção monetária, por força de regulamentação promovida pelo novo órgão fiscalizador, o Banco Central. Em Ação Civil Pública, o Idec alegou que a empresa de consórcios Viana Administradora de Consórcios não estava devolvendo aos consumidores desistentes ou excluídos as parcelas quitadas, com juros e correção, mesmo com o término do grupo. Em primeira instância, foi determinada a devolução a todos os desistentes e excluídos com as devidas correções. No entanto, como o tribunal de segunda instância excluiu da obrigação os contratos firmados após a revogação da portaria, o Idec recorreu ao STJ. O julgamento da 4ª Turma seguiu o entendimento do relator, ministro Luis Felipe Salomão. De acordo com o ministro Salomão, a nova regulamentação dos consórcios estipulada pelo Banco Central a partir de 1994 não foi capaz de alterar a prática da empresa de se recusar a devolver as quantias desembolsadas pelos consumidores desistentes e excluídos.
O ministro esclareceu que a decisão judicial é uma condenação genérica, que visa apenas identificar a lesão a direito e os danos causados por esta. Posteriormente, em fase de liquidação, é que se verificará o dano efetivamente sofrido por cada vítima, ou seja, se a empresa devolveu o valor nominal pago, sem a devida atualização, ou se não fez o pagamento de qualquer quantia.

Veja as melhores formas de financiar a compra de seu próximo carro

O matemático e professor do Insper José Dutra Vieira Sobrinho comparou condições
A compra de um carro não se resume à escolha de modelo, cor e ano do veículo. No mercado, é possível encontrar pelo menos três formas de pagamento: financiamento, consórcio e leasing. Cada modalidade tem vantagens e desvantagens que devem ser consideradas pelo consumidor na hora da decisão, alertam especialistas consultados.
Os especialistas citam o consórcio como a opção de menor custo para o consumidor que quer comprar seu veículo. O problema é que, nesse tipo de negócio, o consumidor não costuma ter acesso ao carro imediatamente: precisa ser sorteado ou dar um bom lance.
Sobre o consórcio não incidem juros, mas o consumidor precisa pagar uma taxa mensal de administração, que, segundo a Abac (Associação Brasileira das Administradoras de Consórcio), é de 0,25% ao mês em média.
Pelas contas da própria Abac, um consórcio de R$ 40 mil por um prazo de 60 meses (cinco anos), por exemplo, resultaria numa prestação média de R$ 833,63. Ao fim do prazo, o consumidor terá pago R$ 50.317,56, ou 1,25 vez o valor do carro.
O matemático e professor do Insper José Dutra Vieira Sobrinho comparou essas condições com as oferecidas pelo financiamento tradicional e pelo leasing (que é um tipo de aluguel com opção de compra ao final do contrato).
Considerando uma taxa de 1,6% ao mês para o leasing, o professor mostra que, para uma compra de mesmo valor e pelo mesmo prazo, o valor total pago subiria para R$ 62.521,80, ou 1,56 vez o preço do carro. Cada parcela seria de R$ 1.042,03.
Se a opção fosse por um financiamento, porém, o consumidor teria de pagar também o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) sobre o preço do carro, o que já elevaria o valor do veículo para R$ 41.125,54. Com juros de 1,65% ao mês, o valor final do carro seria R$ 66.225,54, ou 1,65 vez o preço original. Seriam 60 parcelas de R$ 1.085.

Rigor para financiamento faz consórcio crescer

Quem optar por essa fonte de recursos precisa, porém, avaliar prós e contras
Mesmo num ambiente de taxas de juros em queda livre, o que deveria privilegiar os financiamentos bancários, os consórcios estão crescendo. E o motivo é simples: as instituições financeiras estão sendo cada vez mais rigorosas na análise para a concessão de empréstimos e, mesmo quando aprovam o cadastro do cliente, exigem uma entrada de, no mínimo, 30% do valor do bem, que pode chegar a 50% ou mais quando o alvo do financiamento é, por exemplo, uma moto.
“Com o crédito mais seletivo, os consumidores estão migrando para o consórcio”, admite Paulo Roberto Rossi, presidente da Associação Brasileira das Administradoras de Consórcio (Abac). De acordo com ele, de cada 10 pessoas que apresentam propostas nos bancos para financiar uma moto, apenas duas saem com o contrato assinado. Diante da dificuldade, agravada pelo período de parcelamento mais curto, os clientes estão se voltando para esse tipo de custeio em grupo, que, além de manter prazos entre 50 e 60 meses para a aquisição de veículos e motocicletas, não exige entrada nem sofre com a incidência das taxas de juros.
O problema dos consórcios é que o consumidor não tem acesso imediato ao bem, o que não ocorre em um financiamento, em que já sai da loja dirigindo, por exemplo, o seu carro novo. No primeiro caso, a carta de crédito só é liberada mediante sorteio ou lance. E o cliente paga para a administradora a taxa de administração, de 9,5%, pelo período de 48 meses — o que dá 0,20% ao mês —, e de 11% ou mais nos grupos de duração mais longa. Existem também outras tarifas embutidas no valor mensal das parcelas para cobrir, entre outras coisas, eventual inadimplência. Nesse caso, a correção se dá pela variação do preço do bem no mercado.
À vista
Grosso modo, num consórcio, a pessoa está pagando para uma administradora cuidar do seu dinheiro. Especialistas e educadores financeiros são unânimes em assegurar que, em qualquer compra, o pagamento à vista é sempre mais vantajoso para o consumidor. Com o dinheiro em mãos, ele consegue não apenas descontos, mas também agregar valor à transação. Se tiver paciência e disciplina, pode depositar uma quantia todo mês na poupança e juntar o suficiente para comprar o bem em muito menos tempo que em um grupo de consórcio.
O próprio presidente da Abac faz coro com os especialistas, afirmando que a melhor compra é aquela quitada no ato. “Mas para isso é preciso ter dinheiro, o que a maioria não tem”, pondera. Com a experiência de estar há anos no mercado, Rossi observa que o autofinanciamento pode ser uma armadilha. “As pessoas muitas vezes até começam a poupar, mas a tentação de sacar o dinheiro frente a qualquer emergência é grande. Sem contar que, num eventual aperto, a primeira coisa que a pessoa faz é interromper os depósitos”, observa.
Em crescimento
A pedido do Correio, o educador financeiro Edward Claudio Jr., da DSOP Educação Financeira, fez uma conta simples, apenas comparando a prestação mensal de um consórcio, com taxa de administração de 9,5%, à de um financiamento com juros de 0,77%, uma das mais baixas do mercado. Visando à aquisição de um veículo básico na faixa de R$ 30 mil, a prestação inicial do consórcio é de R$ 656,10 e a do financiamento, de R$ 749,97.
Em outro exemplo, o consumidor que pegar um parcelamento de R$ 50,9 mil em 60 meses, com uma tarifa de 0,75% ao mês, assumirá prestação de R$ 1.072,70, pagando, até o fim, um total de R$ 64,4 mil (veja arte). O consórcio será extremamente vantajoso se ele for sorteado até o 10º mês de vigência do grupo, porque o valor do bem fica o mesmo do financiamento e o prazo, também de 60 meses. Nesse caso, terá pago R$ 9,9 mil e ainda estará devendo R$ 40,9 mil do preço do produto adquirido, que serão distribuídos em 50 prestações mensais de valor pouco inferior a R$ 1 mil.
Para o presidente da Abac, todo produto tem seu espaço no mercado. “No caso do consórcio, o nosso público é aquele que pode esperar para ter acesso ao bem, planeja o seu futuro e poupa com um objetivo definido”, aponta. Tanto que o setor, que já conta com um universo de 5 milhões de consorciados, mantém a previsão de crescimento do início do ano, entre 7% e 9%, apesar das constantes e sucessivas quedas do Produto Interno Bruto (PIB). “Alguns segmentos vão crescer mais, como o consórcio de serviços”, diz Rossi.
Dados do setor referente ao primeiro semestre indicam que o volume de negócios já superou R$ 38 bilhões, 5,8% a mais do que o resultado dos primeiros seis meses de 2011. As contemplações atingiram a marca de 600,9 mil, 14,2% a mais que as 526,1mil cartas de crédito concedidas entre janeiro e junho de 2011.

Não comercializamos cotas contempladas e não apoiamos esta prática

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